- Salon Master Pro
- 29 de Maio de 2026
- autocuidado
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Cuidar do corpo vai muito além da academia. E a indústria da beleza finalmente percebeu isso.
Se antes o esporte era sinônimo de suor e esforço, hoje ele representa um estilo de vida inteiro — conectado à saúde, ao autocuidado e ao bem-estar. Essa virada de chave mudou o jogo para o mercado de cosméticos, que enxergou uma oportunidade de ouro num nicho ainda pouco explorado: os produtos pensados para quem se move.
Os números comprovam o movimento. Uma pesquisa Datafolha revelou que 53% dos brasileiros com 16 anos ou mais praticam atividades físicas no dia a dia — ante menos de 38% há dez anos, segundo o IBGE. Mais gente se exercitando significa mais gente querendo se cuidar antes, durante e depois do treino.
A Pink Cheeks foi pioneira nessa aposta lá em 2012. De protetores solares a maquiagens, a marca ajudou a abrir caminho para um segmento que hoje atrai cada vez mais players. No último ano, diversas marcas nacionais entraram nessa onda com lançamentos criativos e funcionais.
A Haskell chegou com um Fluido Capilar Pré-Treino — porque suor, calor, vento e atrito cobram um preço dos fios que muita gente ainda ignora. A Hidratei foi além e estruturou uma linha completa: spray de proteção antes do exercício e linha de recuperação para depois, sem ressecar nem comprometer o tratamento. Já a Ricca apostou em inovação de produto e lançou o Ice Mist Corporal, capaz de reduzir a sensação térmica da pele em até 6 °C — além de um bastão antiatrito e shampoo a seco pós-treino.
O recado é claro: praticidade e conforto deixaram de ser diferenciais e viraram exigência.
E o mercado ainda tem muito espaço para crescer — especialmente quando se fala em remover barreiras reais, como a falta de tempo e a pressão estética que ainda afasta tantas mulheres do esporte. As marcas que entenderem isso não vão apenas vender produtos. Vão construir comunidade.
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